CSP-Conlutas – 4º Congresso Nacional da CSP-Conlutas tem nova data e local: de 3 a 6 de outubro em Vinhedo (SP)

-

Mudou a data do 4º Congresso da CSP-Conlutas. A nova data será de 3 e 6 de outubro de 2019, no Clube ADLER, em Vinhedo (SP). A mudança foi aprovada pela Coordenação Nacional que indicou para a comissão de organização o encaminhamento de novos local e data.

É necessário, portanto, ficar atento(a) aos novos prazos. Há um novo calendário.

A atividade de instância máxima da CSP-Conlutas teve seu adiamento principalmente em decorrência da luta contra a Reforma da Previdência. Com a votação em primeiro turno em julho e a votação em segundo turno em agosto, uma das duas atividades prioritárias de atuação da Central para o período seria prejudicada.

A CSP-Conlutas decidiu não se abster de modo algum, recuar ou esmorecer na luta contra o fim da aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras no país. Por isso o adiamento do congresso.

De qualquer forma teremos um segundo semestre de mobilizações. O governo de Jair Bolsonaro (PSL) não se cansará de atacar a classe trabalhadora e os mais pobres do país.

Um governo que em apenas seis meses de mandato tem como alvo acabar com direitos dos trabalhadores e mais pobres para privilegiar os ricos no Brasil. Com foco neste objetivo, está fazendo de tudo, com Rodrigo Maia e parlamentares corruptos, acabar com as aposentadorias e direitos previdenciários dos mais necessitados; aplicar ferozmente fim ao trabalho regulamentado; acabar com a educação pública para beneficiar os tubarões ensino privado; incentiva a invasão de terras indígenas pelo agronegócio permitindo que matem os povos indígenas; condecora exército e polícia militar que estão liberados para matar o povo das periferias, das favelas, principalmente o povo negro, e dá carta branca para desmatamento destruindo o meio ambiente. Nem a cultura escapa, profundamente atacada por este governo de ultradireita e ultraconservador.

O governo Bolsonaro incentiva a homofobia, o racismo e o machismo, fomentando a violência contra mulheres, LGBTs e negros e negras das periferias e favelas e teve sua mais recente expressão do preconceito e discriminação atacando o povo nordestino.

O governo Bolsonaro ataca os mais pobres.

Muitos dos trabalhadores, trabalhadoras e juventude que acreditavam que Bolsonaro poderia melhorar a situação do país começam a perceber que este é mais um governo a serviço dos empresários, banqueiros e de seus próprios interesses. A corrupção continua, agora temos milicianos resguardados pelo estado e vemos o quão a justiça é comprometida com seus próprios interesses e seus amigos. Dois exemplos: livrar o senador Eduardo Bolsonaro de investigação de corrupção e manter livre o ministro da Justiça Sérgio Moro após todas as denúncias do Intercept.

Diante de tantos ataques, as lutas não pararam esse ano. Desde o carnaval já houve protestos, no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, assim 22 de março convocado pelas Centrais como dia de luta contra a Reforma da Previdência. Depois tivemos as fortes mobilizações da educação, 15M e 30M, e a Greve Geral de 14J.

Temos novas datas de luta marcadas contra a Reforma da Previdência e em defesa da educação pública. No próximo 6 de agosto temos um dia de protestos em todos os estados. E o dia 13 de agosto, greve nacional da educação, será uma data já incorporada no calendário da CSP-Conlutas.

A CSP-Conlutas propôs o 13 de agosto como um dia de nova Greve Geral para as centrais. A proposta não foi aprovada e a nossa Central denuncia a traição das centrais que negociam os direitos dos trabalhadores e estão esmorecendo na luta contra o fim da aposentadoria. Quem negocia, trai!

É neste marco que se dá a preparação do 4º Congresso Nacional da Central que vem avançando na construção de uma entidade nacional dos trabalhadores que una a representação sindical e popular de nossa classe, com viés independente, autônomo e internacionalista.

Rumo ao 3 de outubro!

Novos prazos

  • 13 de maio – Data inicial para recebimento da inscrição das contribuições e propostas de resoluções
  • 27 de maio – Abertura do processo congressual com publicação das contribuições e propostas de resoluções em meio eletrônico e abertura do cadastro para inscrição das entidades
  • 10 de setembro – Data limite para filiação de novas entidades com direito a delegados ao 4º congresso da CSP-Conlutas.
  • 3 de junho a 11 de setembro – período de realização das assembleias das entidades sindicais e movimentos populares (comunicação pelo portal do congresso com pelo menos cinco dias de antecedência)
  • 23 de agosto – data final para recebimento das contribuições e propostas de resoluções
  • 10 de setembro – prazo final para filiações
  • 12 de setembro – data limite para inscrição dos participantes das entidades sindicais e movimentos populares e pagamento das taxas desses setores
  • 13 a 27 de setembro – eleição dos representantes dos movimentos de luta contra a opressão e juventude (5% conforme o Estatuto)
  • 28 de setembro – data limite para inscrição e pagamento das taxas dos movimentos de luta contra a opressão e juventude
  • 3 a 6 de outubro – 4º Congresso Nacional

Fonte: CSP-Conlutas

Últimas

CNMP lança cartilha sobre saúde mental no Ministério Público

A Comissão da Saúde do Conselho Nacional do Ministério Público (CES/CNMP) lançou, na quarta-feira (02), a versão...

CNMP aprova resolução que institui programa de Assistência à Saúde para membros e servidores

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou, na 19ª Sessão Ordinária do Plenário, a Resolução que...

Condições de trabalho no serviço público será tema de live da Servir Brasil

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público, a Servir Brasil, vai discutir o tema “Precarizar as condições de trabalho no serviço público? Debatendo a Reforma Administrativa”. A transmissão será nesta quinta (03), às 18h30. Os convidados são a economista e presidente da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor),…

Estabilidade garante conduta impessoal do servidor e favorece continuidade de políticas públicas do Estado

Na reta final das eleições municipais deste ano, surgiram denúncias de que funcionários comissionados e terceirizados de muitas prefeituras foram obrigados a fazer campanha para determinados candidatos. O uso da máquina administrativa durante disputas eleitorais tem sido frequentemente denunciado ao longo das últimas décadas.

Mais Lidas

Você tambám vai se interessarRelacionado
Para você