Crise político-institucional interrompe reformas do governo

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O “abalo sísmico” que a crise político-institucional causou, colocou o presidente Michel Temer (PMDB) no epicentro do furacão, e interrompeu a tramitação das reformas do governo no Congresso: trabalhista (PLC 38/17) e da Previdência (PEC 287/16). Ambos os relatores emitiram nota em que expressam essa decisão.

Na Câmara, o deputado Arthur Maia (PPS-BA), relator da reforma previdenciária disse “Não há espaço para avançarmos com a reforma da Previdência no Congresso Nacional”.

No Senado, o relator da reforma trabalhista, senador Ricardo Ferraço disse que “não tem condição de manutenção do calendário. Primeiro precisamos resolver a crise institucional. Tudo suspenso!”.

Em entrevista à revista online Rede Brasil Atual, o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do DIAP avalia que “o governo não tem mais ambiente para aprovar a reforma da Previdência, para a qual precisa de 308 votos na Câmara. A reforma trabalhista ele poderia conseguir, se sobrevivesse. Mas, pelo menos até o recesso de julho, a votação não ocorrerá.”

E mais: “É diante desse cenário que está Michel Temer, pressionado pela sociedade, pelo lado ético, e pelo mercado, porque ele não vai entregar o que prometeu”.

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