Tony Távora é o novo Coordenador Executivo da FENAMP

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A I Plenária Nacional da FENAMP aprovou a recomposição da Coordenação Executiva da Federação, com a Eleição de Francisco Antonio Tavora Colares. Tony Távora que passa a compor o colegiado com a renúncia de Katarine Castro, é presidente do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Ceará e atualmente preside a ANSEMP.

Tony ressaltou a importância da integração das entidades nacionais, que tem feito um importante trabalho de articulação política em Brasília, na resistência às Reformas da Previdência e Trabalhista, e a projetos de lei como o PLP257/2016, PLP343/2017.

Tony integrará as comissões de Assuntos Jurídicos e de Assuntos Legislativos.

Fizemos uma rápida entrevista com o novo dirigente da FENAMP. Confira:

Como você avalia o processo de organização da FENAMP neste primeiro ano?
Nunca o movimento de entidades de servidores do Ministério Público esteve tão coeso na luta pela valorização dos trabalhadores e trabalhadoras. Isso se reflete na construção de uma federação firmada em princípios de governança democrática e firme compromisso com os anseios da base, o que fez com o que em menos de um ano de existência contássemos com a filiação de mais de vinte sindicatos de base e com firme perspectiva para uma maior ampliação em 2017.

Como você entende que a unidade entre ANSEMP e FENAMP pode contribuir para o fortalecimento da categoria em nível nacional?
ANSEMP e FENAMP não disputam espaço político, antes se complementam em termos de atuação institucional. Nesse cenário cabe à FENAMP a articulação da atuação política de defesa e ampliação de direitos sociais e laborais, enquanto a ANSEMP deve defender os direitos dos trabalhadores em instâncias como o STF nas questões de controle de constitucionalidade, assim como na ação conjunta em várias questões de competência comum.
Na sua opinião, quais são dos desafios da Comissão de Assuntos Jurídicos da FENAMP?
Consolidar e qualificar a estratégia de defesa dos trabalhadores e trabalhadores ministeriais em juízo, complementando a luta política por valorização e participação democrática.
O movimento sindical tem resistido bravamente aos ataques do Governo na Reforma Previdenciária.

Na sua opinião, qual é a contribuição que a categoria pode dar para a luta geral dos trabalhadores?
Primeiro rompendo com a visão de que nós servidores públicos constituímos uma casta privilegiada, porquanto a verdade é que somos, iguais a todos os trabalhadores, explorados por uma lógica financista do estádio mínimo de privilegio ao capital. Nesse cenário, devemos contribuir com nossa força de militância e estratégias ao movimento de resistência que se impõe.

 

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